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Igor Zarpellon, Gustavo Baraldi, Thamiris Morgado e Thiago Rios (L)
Tirei o dia pra comemorar o não comemoravel. Comemoraria se o tivesse. Ou a tivesse. Como não tenho, não comemoro. Na verdade eu elogio e comparo. Hoje eu estou para falar dos outros.
Eu não quero um namorado não. Nem namorada, mesmo estando mais fácil com as meninas. Eu não quero nada repleto de falsas promessas. Eu não quero um namorado não. Porque nunca acho nada certo. Se fosse certo não terminaria. tambem não quero nada que seja perfeito. Nem o meu café sai perfeito, imagine o resto. E saiba que meu café ja vem pronto, é só acrescentar agua. Eu queria alguem um tanto Zarpellon, um tanto Morgado, um tanto Rios, um tanto Baraldi. Eu queria tudo junto em um só. Me polparia diversos presentes e gasturas. Me faltariam abraços e beijos.
Eu queria alguem igualzinho ao Igor Zarpellon. Alguem que me apoiasse nos meus sonhos, e me desse força para lutar pelo meu melhor. Alguem que compartilhasse comigo seus segredos. Alguem que conversasse comigo todos os dias, e que mesmo em todos os dias falados, sentisse saudade. Gostaria mesmo é de alguem como ele. Que me fizesse juntar moedinhas, não importa o valor, para viajar bem depressa para bem perto de seus braços. Gostaria mesmo é de um Zarpellon pra mim. Que me amasse e ao mesmo tempo me desse broncas.
Não eu não quero uma namorada não. Ja disse. Mas se quisesse seria igual a Thamiris Morgado. A namorada que me mata de preocupação, e que depois diga, e não só diga, mas que me faça ver que não era nada demais. A eu queria alguem igual a ela. Alguem que me fizesse ficar bebada sem perder o juizo. Alguem que me mostrasse esperança e carinho nos seus olhos. Que me despertasse ternura. Gostaria mesmo é de uma namorada assim. Que me matasse de saudade. E que depois me emprestasse um onibus pra eu sair correndo e matar quem me matou. Gostaria mesmo é de uma Morgado pra mim. Que me amasse e ao mesmo tempo me abrisse os olhos.
Mas na verdade eu não quero um namorado. Digo por dizer. Não quero um namorado que seja comprometido não. Mas se quisesse, seria igualzinho ao Thiago Rios. Sem tirar nem por. Tiraria a distancia e os asfaltos. Colocaria a casa dele do lado da minha. Dentro se pudesse. Gostaria de alguem como ele. Que me trasmitisse afeto e bondade. Alguem com um coração tão enorme quanto o seu. Que fosse antes de tudo um amigo. Que me traga dificuldade para escrever de tão complexo que é o amor que eu sinto. Gostaria que fosse igual a ele. Que morasse a milhões de quilometros. Só pra eu ter que atravessar mil metrôs. E eu iria, mesmo que me perdesse. Gostaria mesmo e de um Rios pra mim. Que me amasse e ao mesmo fosse melhor amigo.
Não vou repetir, caramba. Não quero um namorado! Pra que? Coisa chata. Só pra ficar de mimimi. Mas se eu estivesse com um, seria igualzinho ao Baraldi. Alguem assim, todo mimimi. Complicado de entender. Que me amasse, e brigasse. Que me batesse, mas com carinho. Que me deixasse com ciuminho. E que me enchesse o saco. Que eu pudesse ver todos os dias no passado. E que me desse saudade por não poder ver no presente. Ah, seria igualzinho ao Baraldi. Que causasse discordia. Briguinhas bobas, só pra pedir desculpa depois. Que tivesse um abraço gostoso de sentir. Gostaria mesmo é de um Baraldi pra mim. Que me amasse e ao mesmo tempo odiasse.
Eu não quero um namorado pra não me encher de mesmisse. Mesmisse de dias de chuva vendo um filme chato, que acabaria em sono. Eu prefiro vocês quatro pra mim. Que ao inves de filme, sairiam comigo pra tomar um banho na varanda. Que mal pode fazer agua da chuva ?
Eu quero vocês quatro pra sempre comigo. Mesmo que o pra sempre não seja sinonimo de proximidade e todos os dias de eu te amo. Aceito uns dias de briga, uns dias de odio. Aceito desculpas seguidos de abraço, porque eu adoro. Se eu pudesse, ofereceria presentes aos quatro no dia 12. Se eu pudesse, namoraria com os quatro ao mesmo tempo. Mas contento-me com a amizade de vocês. E agradeço. Aceitem esse texto como um singelo presente de quem não pode oferecer muito mais. Sei que merecem bem mais que palavras bobinhas. São os quatro cantos do meu quarto. Um canto me apoia nos momentos em que eu mais preciso. Outro canto me faz escuta quando falta-me a voz. Aquele outro me enche de luz e proteção. E o la do outro lado, me faz sentir saudade de um tempo que ja passou. Meus namorados. Minhas vidas. Meu colorido. Meu amor por vocês é enorme! Que já não cabe mais. Se eu fosse menininha ainda, escolheria conhecer vocês logo cedo. Pra encher de tapas e mordidas. Já que o tempo já passou, encho vocês de tudo o que é mais bonito.
Escrito por fraannzinhaa às 20h45
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Dinei (L)
Saiu de casa, pomposa como sempre saia, e como sempre pomposa não esperava mais nada. Saiu sem nonhos, sem planos, sem destino. Saiu sozinha, depois de tanto sapatear. Deixou seus medos na aula de ballet e seguiu por ruas que desconhecia. Seguiu por becos, avenidas e estradões que nada traziam. Parou e olhou para o céu. Sentiu que iria acontecer algo que estava premeditado. Sentou-se. Na verdade nem saiu do lugar. Deu voltas em si mesma e quando viu, estava bebendo. A bebida descia feito agua em boca de camelo. Só não poderia ser o tal camelo pelo frio que fazia aquela noite. Era como se fosse Europa, mesmo nunca estando lá. Queria mesmo um café, mas o alcool descia doce e meigo. Bebia, pedia, e sorria. Sorriu porque viu todos seus medos que deixou na aula em uma pessoa só. O doutor entrou, derramando todas as verdades. Interessante como seu corpo se movimentava na penumbra. Engraçado como sorria e contagiava o lugar. Mas se encontrava tão distante de todos seus dez dedos de suas duas mãos, e ela não podia fazer nada. Esfriava-os no copo de pinga fajuta com gelo, e algumas batizadas que dera antes que alguem pudesse ver. Via todos os seus medos e todos os sonhos em uma coisa só. O doutor resolveu se aproximar. Sentou com a bailarina, e não falou nada. Não tocou em nada. Nem no corpo e nem na alma. Estava calado, frio como a noite em todo o seu anoitecer. Ela resolveu calar-se tambem. Calou-se e o admirou. Depois de alguns copos resolveu ceder. Cedeu ao que ja estava cedido. Cedeu aos seus olhos, ao seu nariz, ao seu toque, ao seu cheiro, ao seu corpo que se esquentava com o passar do tempo. Prestava atenção nos galhos da arvore a frente, prestava atenção na sua respiração calma. Destraia-se com tudo ao redor. Continha-se quando lentamente ele se encostava. Mexia em seus cabelos negros e compridos, e ela quase que despia-se ali mesmo. Resolveu mudar de silêncio antes que o imaginasse novamente sem o jaleco. Sem nada. Era um doutor, a curava de todo o mal, e ela, como bailarina, bailava em todo aquele roçar de peles.
Escrito por fraannzinhaa às 20h43
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Diego (L)
Falo coisas que você nem nota. Notar nota, e nota até demais. Faço e refaço pra ver o que voce diz. Não diz nada. Passa um tempo fala demais. Fala de sacana que é. E eu morro de ciume. É um pilantra, um moedor de sentimentos. Um palhaço. Mas eu amo. Amo o jeito que vc brinca comigo. Com todo o amor e ódio, e graça e afeto, que eu possuo, que eu sinto. Brinca e eu compartilho. Feito criança. Criança que adora seus braços. Meu playground.
Eu falo e ele refala. Desmente tudo. Destruidor de ideias que eu teimo em construir. contador de fadas, e eu de farsas. Mesmo assim, eu amo. Odeio um tanto bonito tambem. E ele sabe. Sabe tanto, que até me odeia junto, e assim nos odiamos por dias e dias. E depois nos amamos. Olhei pela janela a fora. Lembrei-me dele. O sol brilhava em uma imensidade, que quase cegava. Ele transformava-o em porpurina dourada. E assim, o odiava. Nunca fui de gostar de porpurina. Gruda em todos os dedos. Mas o amava, por fazer meu sol brilhar. Gosta de todos os meus gostos. Ou então passa a gostar só pra chamar atenção. Mas ai seria pretensão minha. Continua a discordar de tudo. Me deixa nervosa. Me faz de tola. E eu o odeio. Me mostra coisas bobas, unicornios falantes. Hey Charlie, Wake up! e eu o odeio. Mas assim amo, e amo demais, por me fazer sorrir.
A melhor coisa da vida, é a simplicidade. E ele é simples como um vento, como uma criança, como um sonho. O trato como filho, cuidando, e afastando de tudo que é ruim. O trato como irmão, xingando e infernizando. O trato como amigo, e o faço lembrar de mim todos os dias. Talvez eu seja insegura. Talvez eu nada seja. Medrosa eu sei que sou. E tenho medo de perder o que sempre esteve perdido. Tenho medo. E não posso passar um dia sem falar um oi pra ele. Medo de que me largue. Que me deixe sem nenhuma brisa, sem nenhum sorriso, sem nenhum acordar confortante. O trato como homem, porque tenho vontade de ouvir massive attack com ele na cama, em uma noite fria e chuvosa. O trato como tudo que sempre quis, e nunca pude ter. Esta distante como um avião a mil pés. De corpo, alma, coração e mente. Busco por um fio de telefone, um fio de internet, por vontades interminantes.
Eu o amo, como nunca achei que amaria. O amei no passado, e o amo no presente. Não digo porque ja esta batido. O odeio, mais do que no passado. Porque agora passou. E passado não volta. E por isso odeio, odeio não tê-lo perto de mim. Odeio não ter a mesma intimidade. Odeio não poder amar. Mas amo. E odeio. E amo mais. E odeio bem mais. No final das contas. Eu o odeio mais que amo. Por não ter mais nada. Acabado e fim. Eu o amo mais que odeio. Por que ainda acredito. Acredito em nós. E no que há de vir. Porque eu choro café, e ele chora o leite. Escolhi o café não por apreço. Escolhi pois o tomo todo o tempo. Choro todo o tempo. Deixando que ele se ocupe com o choro só a noite. Assim como veio, acabou. E assim como acabou, pode voltar a ser. Muda conforme o dia. Escrevi demais. E agora o odeio. No minuto seguinte, o amarei. Porque ele é o mosaico de tudo que eu sempre preciso e precisarei. E eu sou a tinta que o pinta. Terminado esta. E no termino, eu o amo.
Escrito por fraannzinhaa às 20h42
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Vinicius (L)
ele já estava sentado. quase que beirando o sofá. não parecia mais o mesmo, estava distante, calado. trasparecia o querer incansável do fugir. e eu nem ao menos encostei na tão fria carne. fria não pelo carater. se for por esse, ele estava quente. não mais naquela situação, ja não poderia. estava frio pelo tempo acizentado que cobria os ceus de são paulo. estava frio. resolvi servir. o silencia me tornava surda. - um café hoje a noite ? ou um whisky ? depende da sua vontade. a sala fez se em silencio novamente. não existia mais assuntos sobre profissões ou malicias. a unica se encontrava na minha cabeça, que se arrependeu em instantes depois do oferecimento. malicia esdruxula. silencio constrangedor. - vontade da bebida no caso. - prefiro, fanta uva. saltou de sua garganta sem rodeios. Me desfiz em pedaços, mas sabia que não poderia. estava certo e eu, escassa de certezas. queria mais era ficar calada. falei demais. mas agora o que parece é que ele resolveu abrir sua bela boca não poderia mais fujir, ja que eu mesma comecei. - nada alcoolico ? sem perceber sorri tristemente, mas nao tao forçado. sorri por sorrir. a malicia comia-me. e eu lutava contra pensamentos. - café é tão mais quente. mas ja que você quer a fanta uva. virei-me e servi. ofereci o que mais amava. e ele o rejeitou. não falo só pela bebida. na verdade não falo mais de nada. - pra você um café, disse ele sorrindo. sorriu, e sorriu feliz. tristemente retornei me a sorrir forçadamente. ele bebeu. levantou-se e saiu. largou me com todos os desejos. e eu apenas fiquei, fria. seca. me calei,por entre os goles do café. na verdade era um cappuccino. rejeitado estando eu o tomo. nunca quis seduzi-lo. na verdade ele que sempre ofereceu sua sedução a mim. e se não ofereceu, senti como se tal fosse feita. fato é que na verdade nunca nem ao menos o toquei. é um professor de historia eu dizia. e eu escritora. não seria de todo mal,se um dia talvez casassemos. complicado seria. se agora ele estava tão perto, mas tão distante. nunca o senti. talvez precise do toque, ou de alguns gestos. ou de mais alguns oi, mesmo que rapido, como da unica vez. é um professor de história. e eu não sou sua aluna, embora agora quem dera eu fosse. tinha várias perguntas impertinentes a aula. mas eram ao menos perguntas. desculpas para um assunto. nunca conversei com labios tao pertos. evito, ja para não cometer o pecado. e ele por si só ja foi um pecado. continua sendo. é a tentação que eu descobri por uns meses, e talvez deixei-o la. ou entao mordi. mordi com todos os dentes feito maça. despertou em mim varios dos 7. a luxúria. a gula. e a preguiça. desperta-me a ira agora. pelo relacionamento em que se encontra. tenho medo de não conseguir me controlar, se por inveja me encontrar tão perto de sua boca avermelhada. rejeitei-o do mesmo jeito que agora me rejeita. me tenta do mesmo jeito que um pirulito a uma criança. por medo não sigo em frente. possui todos os pecados assim como eu. juntos são 14. forma-se o 15, se assim existisse. medo deveria ser pecado. é um professor de historia. e resolveu dar aula. veio me ensinar sobre ilusionismo. ilusionismo rimava um bocado com ilusão. tola perguntei. - seria ilusão se eu começasse a gostar da sua carne, de seu espirito, ou ate de suas palavras ? perguntei em silencio na minha cabeça. perguntei por entre pedaços de papel. é um professor de história. está pronto para perguntas. eu sou apenas uma escritora. tenho medo das respostas.
Escrito por fraannzinhaa às 20h41
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Ana (L)
Uma hora qualquer eu abri o site onde todas procuram tantas outras. Confesso que tive medo mas ao mesmo tempo fiquei feliz. Uma outra hora adicionei, e uma hora mais distante respondi. No principio não me mostrava nada. No mesmo principio me mostrou tudo. Cabelos negros como o meu, tão mais negros por parecer natural. Perdi-me em tantos risos e em tantas frases mágicas. Ela estava ali e eu não poderia mais fugir. Ah eu a segurava com tanta força e ela não deixava. Senti-me como se fugisse dos meus braços, e eu não poderia fazer nada. A distancia estava tão obvia até que me mostrou semelhanças. Caiu. E eu tentava, com tanta escasses levanta-la. E parecia que se levantava sozinha. Mandava todos correrem para montanhas e morros. E eu afirmava que iria só se ela me levasse. Na verdade iria apenas, se ela fosse, e se ela me fizesse esquecer que naquele local estariam tantas pessoas que ela chamou. Não sei ao certo quem ela chamou. Mas resolvi me entrometer. E assim seguia em um vai e vem de me segure e não me largue. Me largue pois não me segura. Resolvi cair como tal, para ver o que iria se passar a seguir. E deu na mesma. Não corra então para lugar nenhum. Corra para minha cama de uma vez eu disse. E nem tinha bebido. Bebi. Bebi um café ouvindo uma música boa, e resolvi leva-la comigo. Ao menos em meu pensamento, e em milhões de palavras que eu tentava fazer com que ela entendesse. Mas ela é tão inteligente. Tenho um certo medo de pessoas inteligentes. Me perco na boca delas. Como se ficasse surda em todo o instante que elas falam, que elas tentam passar alguma coisa sã. Mas eu consigo prestar atenção apenas na carne. Carne que se movimenta tão lentamente naquela vermelhidão intensa. E quase que me vou. Sem dinheiro algum para o nordeste. Ou para montanha. Ou para o morro. Na verdade naquela noite fui pra minha cama. Sem ninguem. Acordei pensando naquela imensidão verde. Ah, era um verde tão puro. Esverdeado como esmeralda, e como todos os sonhos que pude ter. Ah, Ana, porque faz isso comigo, se não pode nem ao menos tomar um café na tarde que há de cair. Gostaria de poder decifrar aquela partitura inteira em cinco minutos, embora seja mais prazeroso descobri-la em horas de papo. Gostaria de dizer tudo o que suas estrelas transmitem para mim, sem dizer nada. Ah Ana, eu não sumo. Nem ao menos saio daqui. E ai é que esta o problema. Não sumo quando as vezes deveria. Pare e não paro, Segure e não seguro. É um vai e vem de tantas coisas quando na verdade eu gostaria de apenas uma. Ah como eu queria meu sonho esverdeado. Ah Ana. Ana tatuada. Ana com aqueles misterios. Ah, minha ama. Ana.
Acordei e vi, que não da pra esquecer. Tornei me branca. Na imensidão morena que você me chamou.
Escrito por fraannzinhaa às 20h40
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Didi (L)
Ela estava a procura, e estava sozinha, no meio de tantas outras. É uma daquelas que eu disse que comia. mas comia pra acordar com seu sorriso amarelado da manhã. Comia pra acordar e fazer um café, com alguns cigarros ao lado. Ou com uma cerveja ao inves do café. dia cheio. Belo, como a bela. É a mais bela de todas as outras. Pensei que não, mas não existe nenhuma que se iguale. Ela é a mais simples. E pensei que não. Pensei que fosse a mais dificil, só por ser mulher. Não que eu não seja uma, mas tento simplificar tudo. É a mais comportada, e a mais afoita ao mesmo tempo. É a mais estabanada, por mexer e tão rapido comigo. Ah bela, pra que tão rapido falastes ? Me acha muito bela, e mal sabe que, dentre tantas belas, ela é a que Não precisa fazer nada. Nem sombra, nem lápis, nem cores de cabelo diferente, por mais que eles me chamem e muito a atenção. Nem piercings por todo o sonhado corpo. Por mais que eles realmente me peçam pra buscá-la. Nasceu bela. Bela está. Bela e tão distante. Bendito o dia que digitei todas as letras que antecediam o @ . Pensei até em desistir. Mas era tão bela, que quase me puxava pra dentro do plasma. Sabe de todas as músicas que significam minhas bebedeiras. Todas das quais ja sofri. Conhece as que me faz rir. Me conhece e em tão poucos mágicos segundos. Minutos no caso. Horas quem sabe.
É daquelas que eu comia. E que ligava no dia seguinte. Mando flores, encho de caricias e beijos. Abraços no meio das noites frias. É daquelas que mexe com minha noite, e me faz escrever. Ah bela. Que me acha bela. Mal sabe que não chego aos pés. Me acha uma graça. E nem imagina que ela é que me enxe da graça, aquela que não via a meses. Diz que tem colheres. E eu espero que ela me coma. Não não. Não pense malicias. Minha mente não pensa em nada do tipo quando falo com ela. Ela é tão bela, tão pura de safadezas, tão doce e meiga. Espero que ela me coma, coma todos meus medos e todas as desesperanças. Diz que eu sou um sonho. E que esse sonho não esteja tão longe de se realizar.
Ah bela. Dentre todas elas bela, és a que mais cativa. Ah bela, são muitas elas, e eu quero você. Perdi milhares de frases conforme o tempo passou. E é a tua falta que me faz parar de escrever. Ah bela. Como quero te sentir, e poder de dizer. Dentre tantas belas. Eu quero você, muitissimo bela.
Escrito por fraannzinhaa às 20h38
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Para Vocês, Por Vocês.
Dado por mim. De bom grado. Por tudo que sentia no momento em que fiz. Por todo o amor ou ódio. Ou qualquer outro sentimento. Pode ser até que eu não o sinta mais. Ou sinta com mais força. Com mais leveza e calma. Dei todo o meu, pelo seu. Dedicados. Para vocês. Por vocês.
Escrito por Francine Julian às 12h59
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